14 de abr de 2010

Parque Moinhos de Vento, o Parcão

Iniciando a caminhada em direção ao Parcão na esquina entre a Rua 24 de Outubro com a Avenida Goethe, observa-se um dos ícones do Parque: um monumento representando três guerreiros vigilantes. Concebido em estilo arquitetônico moderno pelo artista Carlos Thenius - o mesmo artista que assina um dos cartões postais de Porto Alegre, o Monumento aos Açorianos - a obra impressiona pela sua imponência.
Aspecto geral do Parque em ótimo estado de conservação.
Acessibilidade.
Alguns brinquedos e aparelhos foram construídos em madeira tratada. Os demais são de metal. Não foi observado nenhum equipamento com defeito no Parcão.
Pequeno lago habitado por algumas espécies de peixes encontradas nas águas doces do Rio Grande do Sul, entre eles, o Cará.
O Parcão deve seu nome oficial em alusão à existência de um moinho que se encontrava edificado no espigão onde hoje se situa a Avenida Independência. O moinho - que processava trigo - pertencia a Antônio Martins Barbosa, vindo de Minas Gerais no século XVIII. O Rio Grande do Sul foi o maior produtor de trigo no Brasil no final do século XVIII e na segunda década do século XIX.
Naquela época o terreno do Parque abrigava o Jockey Club que, devido à necessidade de um espaço maior, mudou-se para o Bairro Cristal. Com a mudança de local do Jockey Club houve uma grande mobilização da sociedade para transformar o terreno em um Parque, o que acabou acontecendo em 10 de setembro de 1962, através da assinatura de Decreto n° 2419, pelo Prefeito Loureiro da Silva. A inauguração do Parque ocorreu em 09 de novembro de 1972.
O Parcão conta hoje com uma réplica de moinho açoriano ao estilo dos que existiam no bairro nos prímórdios da Capital. O prédio abriga a Biblioteca Infantil Ecológica Maria Dinorah.

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4 Comentários:

Ok, tudo lindo, mas cadê a "Redeca"? As cores do brique, a feira de sábado, suas várias praças lindas... que coisa chata esta criatura só exigindo, como se nada mais tivesse pra fazer da vida né? rsrs

Dei uma passada rápida no domingo, no Brique. Mas as fotos não ficaram boas. Mas as dicas são boas. Espero ter as fotos em breve. Valeu!

Carlos, adorei as fotos, textos, eu adoro o Parcão, muito bom o teu blog. Parabéns!

Obrigado, Raquel! Volte sempre! Abraços.