Memorial do Rio Grande do Sul

Conheça um dos pontos turísticos mais importantes da cidade.

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Arte en Porto Alegre

Hablar de arte suele ser pretencioso de ante mano, a pesar de ello quiero mostrar mi interés. Aquí en Puerto Alegre me gusta la oferta cultural que tiene...

Avenida Borges de Medeiros - parte 1

Conheça alguns pontos turísticos importantes da cidade ao longo da Borges de Medeiros.

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ポルトガル語はポルトアレグレで!?

ポルトガル語を真剣に学びたい日本人学生さんにポルトアレグレを推薦します。その5つの理由とは何か。

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28 de mai. de 2010

Praça da Matriz

A Praça da Matriz, cujo nome oficial é Praça Marechal Deodoro da Fonseca, existe desde o surgimento da Cidade. Naquela época, no entanto, era chamada de Largo do Palácio. O majestoso Monumento a Júlio de Castilhos foi inaugurado em 24 de outubro de 1914. A panorâmica abaixo da Praça da Matriz é melhor visualizada clicando sobre ela.
É conhecida por muitos por Praça dos Poderes. Ela concentra a sua volta prédios dos poderes Judiciário, Executivo e Legislativo. A grandiosa Catedral Metropolitana, construída em granito rosa (detentora da segunda maior cúpula do mundo) também se encontra edificada junto à praça. Outro importante vizinho é o belo Theatro São Pedro
Acima, fotografia mostrando ao fundo a cúpula de 18 metros de diâmetro da Catedral Metropolitana. Abaixo, Monumento a Júlio de Castilhos.
Em direção à Assembléia Legislativa.
Em direção ao Theatro São Pedro, à esquerda. Do outro lado da rua, à direita, o Tribunal de Justiça, tendo ao fundo edifício histórico da Biblioteca Pública do Estado (em reforma, coberto pela manta azul).
Abaixo, mapa apresentando a Praça da Matriz (1), o Theatro São Pedro (2), o antigo prédio do Tribunal de Justiça (3), a Catedral Metropolitana (4), o Palácio Piratini (5), a Assembléia Legislativa (6) e o Solar dos Câmara (7).
Fonte: Prefeitura de Porto Alegre

26 de mai. de 2010

Praça Associação Riograndense de Imprensa

A Praça Associação Riograndense Riograndense de Imprensa (ver mapa) é um belo espaço público, bem arborizada, mas ficaria muito melhor se fosse adotada por algum veículo de comunicação - por exemplo - já que a praça presta uma homenagem a este segmento.
Este espaço público é delimitado pelas ruas Gorki (ver mapa, ver biografia), Augusto Comte (ver mapa, ver biografia), Stephan Zweig (ver mapa, ver biografia), bem como áreas residenciais.
A praça encontra-se próxima à Avenida Cavalhada, próxima ao triângulo com a Rua Xavier da Cunha. As fotografias foram obtidas segundo a perspectiva em direção à Avenida Cavalhada. Basta clicar nas imagens para ampliá-las.
A panorâmica a seguir mostra a praça, tendo a Rua Gorki à esquerda. Com a chuva dos últimos dias, o campo de futebol estava encharcado. É possível observar o caimento do terreno pelo fluxo de água da chuva que se desloca a partir do campo de areia para a prática de futebol.
A grama estava cortada, mas o piso precisa de reparos. Também havia um pouco de lixo no local.
Mesa para jogo de damas e xadrez: necessita reparos. Ao fundo, Rua Stephan Zweig.
A parte mais alta da praça aparentemente (ato falho: não foi observado estado de conservação dos brinquedos) apresentava um aspecto melhor de conservação. Ao fundo, limitação da praça pela Rua Augusto Comte.

21 de abr. de 2010

Tradição e vanguarda

Imagens do Julinho, tradicional colégio de Porto Alegre.

4 de abr. de 2010

110 anos do Colégio Júlio de Castilhos

O Julinho ontem
No ano de 1900, nascia o Colégio que se tornaria uma referência de Escola Pública, conhecido e reconhecido por este Rio Grande como "Escola-Padrão" e apelidado de carinhosamente de "JULINHO".
Tudo começou quando o curso que preparava estudantes à Escola de Engenharia transformou-se em uma seção da mesma e passou a chamar-se "Gymnásio do Rio Grande do Sul", reconhecido pelo Governo Federal através do Decreto 3.688, de 23 de junho de 1900.
Em 1905, o Ginásio passou a denominar-se "Instituto Ginasial Júlio de Castilhos", em homenagem ao ex-governante positivista Júlio de Castilhos.
Em 1910, foi inaugurado seu prédio próprio, uma bela obra arquitetônica, do engenheiro Manoel Itaqui, "um verdadeiro palácio", no local onde, atualmente, encontra-se a Faculdade de Economia da UFRGS.
Em 1942, passou a denominar-se Colégio Estadual Júlio de Castilhos, ao qual se incorporaram, o então o Colégio Universitário e o Ginásio Júlio de Castilhos, passando a ministrar o ensino do Curso Ginasial, Clássico e Científico.
Em 16 de novembro de 1951, em um incêndio, até agora não esclarecido e descrito por muitos alunos como criminoso, o prédio do velho Ginásio foi totalmente destruído, restando somente um pilar do muro que o cercava, e que hoje expõe uma placa comemorativa aos seus cem anos, comemorado no ano 2000. Além do muro, os dois "grifos-leões" e o busto de Júlio de Castilhos sobreviveram, "salvos das chamas por alunos, professores e populares" e encontram-se, até hoje, expostos no saguão do prédio atual, inaugurado em junho de 1958. Projeto esse de arquitetos Demétrio e Enilda Ribeiro, que tiveram a intenção de dar a esse novo prédio um "sentido único, de simplicidade, dentro de uma arquitetura moderna e contemporânea.". Para seus idealizadores esta visão se exemplifica pela criação de galerias abertas ao exterior e em todos os andares. A abertura dessas áreas comuns, com suas grandes sacadas voltadas para a praça, favorece a confraternização entre as turmas e caracteriza a conquista de um espaço democrático tão desejado. Espaço esse que ultrapassou limites da Escola, estendendo-se nas manifestações dos alunos, representados por um Grêmio Estudantil sempre atuante, que lutava pela democracia no Brasil, principalmente nos chamados "anos de chumbo".

Julinho hoje
E é neste prédio, que continua mais contemporâneo do que nunca, que a junção espaço & alunos unificou-se cada vez mais, revelando a "cara do Julinho."
Como bem diz o escritor Moacyr Scliar, ex-aluno, na apresentação do livro, "Julinho - 100 anos de História, editado em homenagem ao centenário da Escola, no ano 2000. "De fato, poucos colégios marcaram tanto a história do Estado, e também do país quanto o Julinho. Por seus bancos passaram figuras públicas de primeira grandeza, profissionais liberais, políticos, intelectuais. O Colégio sempre foi um celeiro de talentos. Mais do que isso, foi uma Escola com E maiúsculo, uma Escola que ensinava não apenas disciplinas curriculares, mas também, e mais importante, valores da convivência democrática e da livre expressão de ideias e de talentos".
E, para relembrar as figuras ilustres que ajudaram a engrandecer a trajetória Juliana, é importante citar, além do escritor Moacyr Scliar, na Literatura, Leonel de Moura Brizola, na política, Caco Barcelos, no jornalismo, Barbosa Lessa e Paixão Côrtes, no tradicionalismo, este último, fundador do DTG, que deu origem ao 35 -Centro de Tradições Gaúchas, em 1947.
Além do DTG, outros grupos foram sendo criados dentro da Escola como fomentadores de cultura e consciência política. O Grêmio Estudantil nasceu em 1943, e desde lá vem atuando sempre de uma maneira dinâmica, na defesa do ensino e dos estudantes.
Em 1947, outra grande iniciativa foi a criação do Centro de Professores Julio de Castilhos - CPJC - com o objetivo de lutar por uma educação de qualidade e reivindicar melhores condições e salários para a categoria, contribuindo para valorizar e incentivar as lutas do CPERS Sindicato.
Em 1979, surge o Grupo Ecológico KAA-ETÉ, com uma proposta de conscientizar os alunos na defesa do meio ambiente.
Já, a Fundação Colégio Júlio de Castilhos, criada em 1998, por um grupo de ex-professores e alunos, tem lutado pela melhoria do ensino, oportunizando cursos e palestras para a formação continuada dos professores Julianos, ajudando na qualidade do ensino oferecido.
Mais recentemente, a famosa Banda do Julinho que nos anos 60 e 70 encantava as "paradas da mocidade", conquistando campeonatos pelo Estado, retomou suas atividades desde 2006, por iniciativa de ex-integrantes. Hoje, muitas são as apresentações, e ano que passou, para nosso orgulho, tornar-se campeã Estadual.
Atualmente, os objetivos da Diretora Leda Oliveira Gloeden e de sua Equipe (Gestão 2010/2012) são muitos, além de oportunizar uma melhoria das instalações da Escola, como a reforma da sala dos professores e do espaço físico para a merenda dos alunos, é preciso manter viva a chama de uma escola tradicional do passado, disputada pela sua qualidade por jovens que sonhavam em ingressar em uma Universidade, principalmente a UFRGS.
O desafio, agora, é o de continuar oportunizando um conhecimento da qualidade, levando esse novo aluno do século XXI a pensar politicamente o mundo, tornando-o um cidadão consciente de seu tempo. Para isso, será importante redefinir o Projeto Político - Pedagógico, valorizando projetos que intensifiquem cada vez mais o ler e o escrever.
Para a Diretora Leda, essas são as tarefas que os Docentes do Julinho estão empenhados em dar o melhor de si e atuarão de forma conjunta para um ensino médio mais eficaz, que valorize cada vez mais a democracia e a diversidade, referências fundamentais que, com certeza, estão inseridas na Comunidade Escolar Juliana nestes 110 anos de sua existência.

Texto gentilmente cedido pela Direção do Julinho